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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Fim-de-semana de Páscoa...!

Meus amigos,

Já lá vai a Páscoa… o tempo passa a correr e não tarda nada estamos no verão! Pelo menos no calendário!

A Páscoa, esse tempo que anuncia a ressurreição de Jesus Cristo! E não só… há quem volte a aparecer depois desta época!

Ora, Páscoa tem de ser na aldeia! Este ano um pouco diferente pois o mês de Março, como a maior parte se deve ter apercebido foi um mês atípico no respeitante a chuva! Ainda não percebi o que se passa lá por Cima, mas não está fácil… Os terrenos estão encharcados em água, a Aguieira a descarregar constantemente, tudo o que é vala e barroca leva água com fartura, poças e mais poças, charcos e afins! Este ano, para já não há seca, bem diferente do ano passado em que o mês de Março foi bastante seco.

A chegada da Primavera deveria marcar o início de um período de fertilidade da natureza e  assim ditar o fim dos dias mais frios e duros! Tudo se devia começar a compor de tons verdes das sementeiras e não das ervas que crescem selvaticamente no campo. Os que já fizeram algumas sementeiras, embora verdes estão agora a apodrecer por falta de calor que “puxe” por elas.

O fim-de-semana da Páscoa teve um pouco de tudo! Sexta-feira Santa choveu, sábado nem por isso e depois o Domingo foi de dilúvio! Mesmo assim, na aldeia houve corajosos que não se intimidaram pela chuva e foram dar as Boas Festas porta-a-porta.

Este ano o grupo foi constituído pela Ilda Neves e o marido Albino, o Paulo Fernandes (o Paulito das Moitas para os amigos) que levava a Cruz, a Lucília “do Vale da Capela”, a Emília do “Vale de Açores” e a pequena Ana Carolina. Acho que era um bom ano para se ter voltado a estoirar uns foguetes na aldeia. Não havia perigo de incêndio e acho que está na altura certa! É proibido? E..?...

Acho que só temos que agradecer a esta gente que voluntariamente se disponibilizaram para manter uma tradição ancestral!

Um abraço,
JC



terça-feira, 3 de maio de 2011

Domingo de Páscoa!

Meus amigos,

Domingo de Páscoa na aldeia é sempre diferente! Talvez, a seguir à Festa das Ermidas seja o dia mais importante a nível de celebrações em S. Paio.

Este ano nada fugiu à regra! Domingo de manhã, com um dia de sol, começou a visita Pascal. A minha casa este ano não foi a segunda a ser visitada mas sim a primeira.

Começaram a aparecer os carros com quem este ano se voluntariou para tal missão. A Cruz, que nos anos anteriores era levada a nossas casas pelo Zé Madeira, este ano foi o Paulo “da Graciete” que teve tal missão e lá estava ele, vestido e penteado a rigor!

As senhoras que acompanhavam a Cruz, levavam este ano uma capa curta pelos ombros que, de um modo simples, transmitia uma mensagem a todos.

A visita prolongou-se pelo dia todo, era visível a movimentação das famílias de umas casas. Eu falhei alguns convites!

A visita Pascal foi interrompida para a celebração da Eucaristia por volta do meio-dia, tendo sido retomada já depois de almoço!

O feriado do 25 de Abril veio dar uma ajuda a quem se deslocou de outras partes do país para as aldeias pois permitiu que estas permanecessem “mais povoadas” no dia de Domingo. Eu também já nem me recordava qual tinha sido o último ano que tinha estado todo o dia de Páscoa em S. Paio!

Aproveitou-se também para mudar o vinho e engarrafar algum… e provar!

Voltarei em breve!

Abraços,
JC

 

domingo, 4 de abril de 2010

Fim-de-semana de Páscoa...

Meus amigos,

Mais um fim-de-semana prolongado, celebrou-se a sexta-feira santa e o Domingo de Páscoa, segundo a tradição Cristã! Hora de ir a S. Paio fazer uma visita!

Nestes 3 dias que estive em S. Paio sempre deu para rever algumas pessoas, visitar família e claro está, andar de máquina em punho. Estive com a D. Aurora Martins, da Cruz-do-Soito que habitualmente acompanha as nossas notícias e com o António, que goza mas um pequeno período de férias.

Os dias ainda estão frios e chuvosos, pelo menos sexta e sábado e hoje já apareceu o sol que aqueceu! O Domingo de Páscoa, cumpriu-se a visita Pascal, com o nosso Zé Madeira, Arminda Castanheira, Vítor Bandeira, Ilda Neves e a Ti’ Graça Elias a levar a bênção ás casas do povo de S. Paio. Isto da parte da manhã, pois à tarde juntou-se a D. São Ramos e o Humberto Miranda à equipa.

Este Domingo de Páscoa fica também marcado pela tristeza do falecimento súbito de um conterrâneo nosso, o Francisco Baltazar. Depois de ter sido internado durante a noite de ontem, viria a falecer hoje ao princípio da tarde. O blog de S. Paio de Mondego, entendeu apresentar aqui as nossas condolências à esposa, filhas e restante família! O funeral realiza-se na terça-feira à tarde.

Um abraço,
JC

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Fim-de-semana de Páscoa…

A Páscoa tem outro sabor na aldeia…. sexta-feira meti-me ao caminho até S. Paio. À minha espera tinha um belo bacalhau com grão (nada de carne…) e folares quentes!!! A minha mãe já tinha os folares amassados e estavam a sair do forno… maravilha! Tradições que não se perdem…

No sábado, o ponto alto foi mais um serão do torneio de sueca que continua a decorrer na Associação. Sempre aquele momento de rever algumas pessoas, beber umas mini’s (e aqui tive a companhia do "nosso euro-emigrado” António Costa) e saborear um “pica-pau”. Algumas surpresas este ano (também não podem ser sempre os mesmos a ganhar!), o nosso Rei do Míscaro e Rei das Silvas, candidata-se agora também a ser o Rei da Sueca! Veremos para o próximo sábado, com a final do Torneio! Se dentro da Associação se estava bem, o mesmo já não se pode dizer do tempo cá fora. As noites ainda estão frias e com algum vento que se fazia sentir, a situação ficava agreste!

No domingo, com a manhã começava também a Visita Pascal / Boas Festas. Devido à localização da minha casa, sempre fui um dos primeiros a receber as pessoas que se dispõem a realizar tão antiga tradição! Um dia importante do calendário religioso, que serve também para juntar famílias. Longe vai o tempo em que o Prior visitava todas as casas. Se não estou em erro, o último que o fez foi o Padre Samelo, sempre ímpar na disponibilidade para com o próximo, na entrega à sua missão de levar Cristo a todos os lugares em todos os momentos. Lá dividiu a Visita Pascal por vários fins-de-semana e conseguiu ir a todas as casas nas várias freguesias que tinha a seu encargo.

Confesso que há uns anos valentes, chegaram a arrancar-me da cama para vir beijar a Cruz. Ainda no tempo em que se lançavam foguetes, muitas vezes, só o som destes a rebentar me fazia saltar da cama, vestir algo por cima do pijama, passar 2 gotas de água na cara e arrastar-me até à sala. Normalmente acontecia depois de mais uma noitada. Hoje já comporto-me que nem um homenzinho…

Este ano, fiquei muito contente ao ver uma jovem com a caldeirinha da água-benta na mão. Usualmente esta tarefa era atribuída aos miúdos, normalmente filhos de alguém que levava a Cruz, mas este ano tal missão estava entregue à Ti’Graça “do Elias”… Muito bem! Houve um ano, era eu miúdo que descobri que a torneira do fundo do pátio lá de casa também jorrava água-benta! Isto porque o rapaz que levava a caldeirinha, ao saltar da carrinha de caixa aberta que os transportava, tropeçou e entornou a água toda... Ora, desenrascou-se e foi direito à torneira do fundo do pátio. Nem me recordo quem era, mas já lá vão uns 20 anos!

Como de costume, interrompeu-se a Visita Pascal para a celebração da Sagrada Eucaristia, e depois desta, concluiu-se a tradição.

Fica aqui a foto de grupo!

Um abraço,
JC
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