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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Formas de arte...

Meus amigos,

Antes de mais assunto, as minhas sinceras desculpas por um vazio e silêncio algo prolongado ao longo dos últimos dias. Não vou estar aqui a arranjar desculpas. Tenho andado algo atarefado... e depois fiquei mais velho, o que também dá trabalho! Por acaso não deu dores de cabeça porque há o bendito Gurosan!

Tenho algumas coisas para vos mostrar que ocorreram neste último fim-de-semana em S. Paio e amanhã deve chegar o cartaz da nossa Festa de Agosto. Eu já o vi, mas só amanhã chega a versão digitalizada do mesmo!

Mas hoje venho aqui ao blog para vos falar de uma pessoa que me é muito próxima! Falo-vos do Paulo Ramos… o meu primo Paulo Ramos!

Quase todos sabem a ligação de afecto e amizade que tenho por este rapaz. Companheiro de muita farra, alegrias, tristezas, muitos quilómetros quer de Casal Boss, Zundapp ou mais tarde de Corsa (principalmente…!), confidente de muitas histórias, uma adolescência bem vivida… principalmente!

Ora, este rapaz surpreendeu-me mais uma vez quando na semana passada me enviou um mail a dar conhecimento da publicação de um livro de poemas de sua autoria: “Poemário”. Na descrição, no site da Editora pode ler-se: “Poemas. Odes à vida e ao amor. Momentos de solidão e desepero. Momentos de alegria e deslumbre. Momentos de paixão e desejo”.

Como ele próprio escreveu "(…) completei a velha trilogia chinesa: plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro.
Quanto a árvores já plantei centenas. Filhos, que eu saiba, tenho dois. E o livro, bem, quem sabe escrever, escreve um, quem não sabe faz um de poemas.
O meu acaba de ser publicado por uma editora americana e já se encontra à venda no mundo inteiro (!!!), pelo que podem dar uma vista de olhos, aqui:
http://www.lulu.com/content/7284279

Dá para ver o aspecto, em:
http://www.lulu.com/preview/lulustudio-photo-book/poem%c3%a1rio/7284279
(…)"

Um dos poemas é dedicado ao seu avô Fortunato, uma pessoa que dificilmente S. Paio esquecerá.

Ao Paulo, em nome do blog, os nossos parabéns! Continua, meu rapaz!

Um abraço,
JC
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* Foto retirada do site http://www.lulu.com/
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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Formas de arte....

Meus caros amigos,

Depois de ter dado uns dias para que o Mário pudesse saborear o peso da fama, hoje trago para o blog um tema que já vem um pouco tardio mas cá vai ele…

A época das vindimas passou e depois desta, é tempo de se fazer a aguardente. Já são poucos aqueles que possuem um alambique em casa e mesmo assim, muitos preferem ir ao lagar fazer a destilação. É muito mais rápido…

Fazê-la em casa, é preciso carregar o alambique, montá-lo, e depois ter uma paciência e tempo para se ficar ali algumas horas a controlar o lume, para que a condensação não se dê nem muito depressa, nem muito devagar… Cada “alambicada” leva umas 5 horinhas! Isto, estou a fazer contas com um alambique do tamanho daquele que tenho em casa.

O meu avô, o Ti’ Francisco (esta é uma das últimas fotos que tenho dele), sempre se encarregou desta tarefa enquanto teve saúde. Mas as horas que se passava junto do alambique eram “tempos mortos”… O meu avô nunca foi de ficar quieto (quando acordado, claro…) e assim arranjava sempre algo para se entreter. Sempre foi muito amigo dos animais domésticos, que toda a vida o ajudaram, quer fosse no trabalho do dia-a-dia, quer como alimento da casa…

A perdição do meu avô eram os bois… E em forma de homenagem ou de simples entretenimento, as horas que o meu avô passava junto do alambique, com ajuda de uma faca, pegava num pouco de cortiça, paus e corda e fazia uma “junta de bois”.

Aqui ficam alguns exemplares que ainda hoje existem lá em casa.

Um grande bem-haja para todos vocês!
JC

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Formas de arte....

Meus amigos,

Ora aqui está uma rubrica que já não aparecia há algum tempo, assim como outras… Hoje trago-vos novamente uma forma de arte… É curioso que, grande parte destes textos que escrevo com este título, são sobre pessoas que têm em comum a mesma paixão: a música.

Depois do grande Sérgio, hoje é a vez de vos falar do Alexandre Madeira. Olha, se o Sérgio tem a faceta de tocar uma série de instrumentos, dando assim expressão a uma característica típica dos europeus, que é entenderem de uma série de assuntos ao mesmo tempo, o Alexandre prefere um estilo mais americano que só entendem e são bons num assunto específico, embora saiba tocar outros instrumentos (para bem dele!), foi o saxofone o seu eleito.

O Alexandre além de dar aulas, é ele próprio aluno do 4º ano na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, no Porto e irá amanhã fazer o seu recital de prova de fim de curso.

Certamente que será um sucesso e esperemos por isso que, ao menos, pague umas mini’s ao pessoal (no sábado estarei em S. Paio!!!).

Um abraço e boa sorte!
JC