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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Convívio no Vimieiro... de netos, bisnetos e afins!

Meus amigos,

Desta vez venho mostrar-vos um convívio que ocorreu no Restaurante do Vimieiro.

Vou tentar contar a história deste momento sem falhar muito... Como todos soubemos, lamentavelmente perdemos o nosso Zé Sevilho no início deste ano. Tal como ele foi em tempos, também a sua família se espalhou um pouco pelo mundo. Uns já regressaram ao seu País, outros fazem a sua vida lá por fora.

Nesse sentido, e após alguma família não poder estar presente no seu funeral, o Eusébio, o filho mais velho do já falecido Zé do Barreiro e também neto mais velho, começou a delinear a ideia de juntar os netos (e respectivos cônjuges)  e bisnetos do Zé Sevilho (e também da tia Olívia, que completou no passado domingo 92 anos de idade), num jantar convívio.

Esse jantar aconteceu no passado dia 18 de Agosto e só não conseguiram estar presentes 2 das netas e respectivos descendentes...

Várias gerações juntas, muitas histórias que se devem ter contado em redor da mesa.

Parabéns pela iniciativa e que seja o primeiro de muitos jantares deste género. O vosso avô, com toda a certeza, está orgulhoso! 

Um grande abraço!
Gostei de te rever, Eusébio..!
JC

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Uma adega... à séria!

Meus amigos,

Mais uma vez venho ao blog (e ainda bem…!) para vos mostrar um local do qual já muito falei! Mas antes isso e, porque a função deste blog também é informar, uma notícia algo já tardia mas que não podia deixar de referir: faleceu no passado dia 7 de Janeiro (acho que foi esta a data), o Sr. António Coelho de Sousa! Ele estava em Lisboa, mas o seu funeral realizou-se em S. Paio. À família enlutada, as nossas sinceras e respeitosas condolências!

Passando a outro assunto e é com alguma satisfação que vos mostro um local bem conhecido de alguns! Para muitos um local de convívio, para outros um local misterioso… Porquê? Porque o portão de saída do pátio, por vezes, parecia que estava mais longe do que o habitual… três dobros do caminho! Gostei da expressão “…três dobros…”!

Hoje venho-vos mostrar finalmente a adega do ti’ Zé Sevilho! A tal adega ainda com o chão de terra, pisada e repisada, dura que parece cimento! Escura, muito fresca como se querem! Uma simples lâmpada no tecto que já é uma modernice! Muitos anos lá fui só com a luz do sol ou com um candeeiro a petróleo! Os pipos ao fundo, a mesa em cimento que está chumbada no chão (mas que uma vez o meu primo Zé “das Ermidas” e o Artur Ribeiro conseguiram arrancá-la… acho que foram estes dois!), os seus bancos rústicos e o cântaro de barro com o prato em cima e um púcaro!

Há coisas que desde que me lembro ser gente, e quando digo isto é mesmo ser gente, que nunca mudaram! Este cântaro guardava sempre água fresca que me matou a sede muita vez quando era puto. Não me recordo bem, mas acho que era de uma fonte que havia no Galinheiro. Por vezes ia dar uma volta de bicicleta para a Gândara de Cima ou até ao Barreiro e fazia quase sempre uma paragem… técnica! Mais tarde, a tendência era mais para o líquido que aqueles pipos guardavam. Pipos ou garrafões… também nunca fui de cerimónias! Havia sempre um vinho morangueiro bastante bom!

Hoje é quase nostálgico ver estas fotos, mas tenho a esperança que a saúde dos donos desta adega ainda lhes permita voltar a abrir a porta e a convidar para beber um copo. Muitos de vocês talvez não entendam, mas foi nestes locais e com estas gentes que me criei, que aprendi, que cresci! Por isso não me canso de falar deles e voltar a visitá-los quando posso! Muitos sempre confundiram e pensavam que o ti’ Zé e a ti’ Olívia eram meus avós! Cruzamentos de família por afinidade!

Um dia destes prometo que visito a do Valeiro! Outra adega obrigatória!

O meu agradecimento ao repórter de campo por mais este registo!

Um abraço,
JC