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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal...!

Meus amigos,
 
Um Santo Natal para todos vocês! Aproveitem o dia para fazer aquele telefonema que há tanto tempo está para ser feito, para dar aquele abraço que anda aí guardado...
 
FELIZ NATAL!
 
Um abraço,
JC

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Noite de Natal...!

Meus amigos,

Volto depois de mais um Natal! Espero que tenha sido uma noite um pouco diferente do resto do ano, mas que a repitam ao longo de 2013.

Este ano a chuva apareceu à noite mas não foi forte o suficiente para apagar da nossa aldeia uma tradição antiga: o cepo de Natal. Mais um ano que se acenderam os cepos no adro da Igreja Matriz que se mantiveram acessos até à manhã de Natal.

A missa este ano foi celebrada às 22 horas do dia 24, substituindo assim a missa do Dia de Natal. Foi quase uma missa do galo.

Com a celebração a acabar já tarde, os cepos deram muito jeito para todos se aquecerem ou à entrada ou saída da missa. Nem o Senhor Padre falhou…

À meia-noite é preciso anunciar o nascimento do menino Jesus e o sino tocar! E assim foi…

O Dia de Natal amanheceu sereno e fresco…! Restavam alguns troncos e cinzas para fazer história!

A tradição manteve-se! E muito bem!


Ainda volto antes do final de ano!

Abraços,
JC

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!!!!

Meus amigos,

Hoje não poderia deixar de vir ao blog…

Estamos em véspera de Dia de Natal.

Um dia que deverá ser de sorriso estampado no rosto, mesmo que não tenha grandes motivos para o fazer ou se a vida tem sido madrasta… Temos de viver e celebrar este dia!

Na Aldeia, continua a ser diferente… a família chega da cidade (ou lá de fora, como se diz…) e reúne-se em casa dos familiares.

O pão foi cozido e talvez alguém tenha tido a sorte de ainda o apanhar quente. Há sempre qualquer coisa para se começar a petiscar, nem que seja um pouco de presunto. O vinho, as garrafas deram lugar ás jarras que antigamente se iam encher ao pipo. Ainda me lembro do chiar da torneira…

Os doces também enchem as mesas! Arroz doce, umas broas doces, as filhoses (onde não podia faltar um pouco de aguardente durante o amassar). Depois o bacalhau, quem terá a sorte de ainda o cozinhar na panela de ferro? O sabor é outro…

Enfim, é um dia para se esquecer uma palavra tão banalmente usada durante o último ano que simplesmente tem 5 letras e começa por um “C” e acaba num "E"… É um dia que convém as pessoas se lembrarem que não são imortais. De que vale andar às avessas com um vizinho ou com o familiar…? Nada…! Um tempo de partilha! Nem que seja um abraço ou uma palavra!

Por falar nisso, partilho convosco o que a Sílvia Marceneiro partilhou com todos quantos passam em frente à casa dos seus pais: um presépio feito de materiais do dia-a-dia! Com toda a simplicidade, ela ofereceu a todos uma prenda… para muitos ofereceu um sorriso que fez despontar na cara de cada um! E mais!!!!!.... Ainda com burro e vaquinha!


É Natal!!!

Não será só hoje ou amanhã… Como diz o ditado, é quando um Homem quer! Aproveitem o que a vida vos oferece! Isto vale a pena!

Um Feliz Natal para todos!

Um abraço forte e sincero,
JC

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Tradições Populares - Os Cepos de Natal!


Meus amigos,

Tal como vos prometi, volto hoje ao blog para vos falar de tradições populares que alguns teimosamente e muito bem, não deixam esquecer: os cepos de Natal!

Ora, segundo a Wikipédia, “os madeiros, lenhos, cepos , galheiros, fogueiras do natal ou fogueiras do Galo, são grandes fogueiras que se acendem no centro da aldeia, na praça principal ou no adro da igreja na véspera de Natal. (…)“.

No caso de S. Paio, os cepos já conheceram vários locais. Eu lembro-me de se fazer junto ao Chafariz, junto à Junta, em frente ao Arnaldo (cepos que o António do Cruzeiro cuidava da manutenção deles… ou seja, sempre com brasa) e por último, no Adro da Igreja. Este ano também havia cepos no Carril.

Continua a wikipédia, “(…) A tradição começa com a recolha dos madeiros , que é feita pelos rapazes da terra, durante a noite em alguma regiões. Na noite de Natal depois da missa as gentes da aldeia reúnem-se à volta da fogueira para dançar e cantar (…).

A recolha já não será feita durante a noite (isso dá um trabalho danado e está frio…). Na noite de Natal, isso sim a malta reúne-se em volta da fogueira mas para beber um copo. Aproveita-se para se ir tocar o sino a anunciar o nascimento de Jesus e depois é ver até que hora se resiste ao sono. Ainda me lembro, na noite de Natal se ir até ao Café Craveiro e fazia-se “excursões” até ao adro. O ti’ Jerónimo ou alguém da família aguentava sempre ali umas horas.

Voltando à famosa wikipédia, “(…) Em muitas aldeias, estas fogueiras eram mantidas acesas ininterruptamente até ao Dia de Reis. A tradição do madeiro tem origem nos cultos pagãos, na celebração do solstício de Inverno, em que se acendiam enormes fogueiras ao ar livre. Era tradição, em algumas regiões, que a lenha, os carros para transportar, e as respectivas juntas fossem roubados. A celebração faz parte da tradição dos Roubos rituais , das fogueiras dos Santos populares e das fogueiras da Páscoa (…)

Também ainda me lembro de manterem os cepos acesos, pelo menos até ao Ano Novo (especialmente nos que acendiam junto ao Arnaldo). Este ano as condições dos cepos (muito secos) e o tempo que se fazia sentir (pouco húmido) levou à rápida combustão dos cepos, mas o que interessa é que manteve a tradição.

O Zé Alberto, mais um ano, foi o maquinista de serviço. Nos cepos que estavam no Carril, não sei ao certo quem foi o responsável (Álvaro? Carlos?) mas contribuiu fortemente para o embelezamento desta época.

Um abraço! Até breve!
JC

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Natal, essa época de sentimentos...

Meus amigos,

Com o Natal passado e em tempo de pousio dos excessos sempre cometidos nesta época pois o Ano Novo vem aí, eu hoje vou falhar como as notas de 500 euros falharam na minha árvore de Natal deste ano… num post anterior disse que voltaria com uma rubrica “trabalhos do campo…”, mas suponho que tal já só vai acontecer para 2010!

Sendo assim, venho hoje falar-vos sobre o Natal. O Natal foi sempre uma época da qual gostava e gosto de passar na aldeia. Há uma certa mística entre a humidade que se faz sentir no ar próprio de uma época de chuva, o fumo e cheiro da lenha queimada que saem das chaminés das lareiras e o frio. Estes três factores conjugados, para mim, são um dos mais belos postais reais que me podem oferecer!

O Natal na aldeia tem outro sabor! Acreditem que tem…! Este ano, como devem ter reparado, não houve o tradicional cepo de Natal na noite de 24 para 25. Uma série de coincidências não tornou tal possível. Não que a tradição tenha acabado, mas assim também se dá o valor a certas coisas que aos olhos de alguns, são coisas banais… mas não o são! Na noite de Natal, sempre fui habituado a fazer a refeição do jantar / ceia em família. Já no Val-das-Casas era assim… Depois começavam os mais velhos a abeirarem-se do “vale das mantas” e eu, por norma, pegava em qualquer coisa de bebida e vinha até ao povo. Normalmente o Café Craveiro estava aberto. Bebiam-se uns copos e perto da meia-noite íamos subindo em direcção ao adro… Estava na hora de repenicar o sino!!! Seguidamente, os cepos eram o destino!! E muitas vezes fui para casa com a luz do dia. Era dormir umas horas (poucas…) e rumar à missa! Era quase um ritual… ano após ano! Hoje, já não me lembro do último ano que passei o Natal em S. Paio. Provavelmente foi no ano 2000. Houve anos que cheguei a ficar com geada no cabelo, por isso vejam aos anos que isso foi!!!

Outra coisa que sempre gostei de ver nesta época era o presépio que faziam na Igreja de S. Paio! Lindo, com muitas figuras, musgo natural… Lindo!

Este ano, a tradição manteve-se e a grande responsável por tal foi a Ilda “do ti’ Zé Neves”. Ora, um grande bem-haja para ela! Ficam aqui algumas fotos!

Por hoje me despeço, não até para o ano, pois ainda terei tempo para fazer um resumo anual e talvez, quem sabe, um flagrante!

Um abraço,
JC
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

É NATAL...

Caros amigos que nos visitam, acho que devo voltar a este BLOG, com uma pequena postagem de Natal, até porque também estou de acordo com o Zé Duarte, num comentário que fez.

Não há dúvida que nestes tempos que atravessamos, as dificuldades em reconhecer algo de não palpável é cada vez mais difícil mas, ainda existem os que acreditam sem ver e por isso dizemos que têm Fé.

A Fé, tem atravessado os séculos e imensas gerações de pessoas, ao ponto de ter criado mitos e mártires aos milhares, em cada momento da vida terrena.

Hoje, pela vivência que temos do mundo, torna-se cada vez mais difícil acreditar em Deus e em tudo o que se relaciona com Ele mas, quando estamos aflitos e já sem saída, é a ele que recorremos para nos ajudar.

Quanto mais não seja, este tempo devia servir, para darmos graças e conversar com Ele num canto qualquer da nossa casa, esquecendo por momentos, o consumismo desenfreado criado a partir dum Pai Natal que vem da Lapónia e que por incrível que pareça continua a não ir a todas as casas.

Este tempo, devia ser tempo de arrumar ideias, de reunir a família, de perdoar e ser perdoado, de partilhar o que for possível e nem sempre o que nos sobra, porque isso é fácil.

Acreditem que, apesar de este tempo existir precisamente para isso, seja ou não esta a data verdadeira para o nascimento de Jesus, o facto é que ele nasceu e colocou aos seus pés, Reis do Mundo, apesar de rodeado da maior simplicidade, humildade e pobreza.

Aqui fica a minha contribuição de Natal, esperando com esta imagem ver o Zé Duarte mais contente e muitos mais que continuam a ler-nos.
FELIZ NATAL A TODOS
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Publicado por Catela

imagem retirada daqui!