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quinta-feira, 4 de março de 2010

A Confraria do Pernil Assado...

Meus amigos,

Hoje volto ao blog para finalmente vos falar da Confraria do Pernil Assado.

O nome foi-lhe atribuído por mim. Comecei a participar nestas reuniões secretas, onde se discutem assuntos importantes da actualidade, como por exemplo: “o que trouxeste tu para a gente beber?” ou “por acaso não trazes uma chouriça…?”…

Mas o que raio é a Confraria? Não há confrades… bem, se não há, então já não é uma Confraria! Ok, há confrades! Então, tudo começou há cerca de 2 anos quando em casa de alguns começava a estorvar um pernil de porco na arca. O mais simples e rápido era convidar uns amigos e “derreter” o material… Mas este tipo de convívio feito em casa perde um pouco da piada. Começou-se então a pensar possíveis sítios onde ir assar e comer o pernil.

Como sabem, casas que antigamente eram currais, palheiras ou simplesmente locais onde se guardavam as ferramentas do campo são fáceis de encontrar em S. Paio. Normalmente ficam afastadas da povoação, no meio de nenhures, sem água, sem luz… Simplesmente, 4 paredes e um telhado! E mais não é preciso…

Começou-se então a organizar a 1ª edição da Confraria do Pernil Assado. Basicamente a organização foi alguém que se lembrou que tinha uma casa lá-para-trás-do-sol-posto, outro alguém que arranjou um pernil, assadouro e carvão também se arranjaram e uns garrafões! A luz, ficou por conta de quem trouxe 3 faróis de automóvel do ferro-velho que com a ajuda de uma bateria iluminavam o interior da casota. Estava tudo pronto!

Hoje, se não estou enganado, estes convívios já vão na sua 7ª edição, sempre muito animados, os confrades nem sempre são os mesmos, uns convívios com mais gente, outros com menos, mas lá se derrete um pernil e pelo meio umas chouriças que o pessoal vai trazendo que sempre se metem a assar. Escusado é dizer que nestes convívios só se bebe água!

Tecnologicamente também já estão mais evoluídos pois a velha bateria que sempre cumpriu a sua função, deu origem a um gerador o que torna as coisas mais “estáveis”…

Aos meus companheiros confrades, um dia destes lá nos encontraremos outra vez!

Um abraço,
JC