quarta-feira, 16 de maio de 2012

JOGOS TRADICIONAIS - FotoReportagem


Os jogos tradicionais do Rancho Folclórico de S. Pedro de Alva que se realizaram no passado domingo, nas Ermidas, começaram por volta das 15.30 horas e decorreram de uma forma bem organizada e que nos fizeram voltar um pouco atrás no tempo. 

Desde um peddy-papper que decorreu em duas fases e que fez as equipas andarem um pouco também pela aldeia de S. Paio de Mondego, até ao arrebentar de balões onde alguns exerceram uma violência tal que só faltou partirem a corda que os segurava e pelo meio, o jogo da corda, o jogo do fito, a sueca…tudo foi excelente.

A harmonia e convívio existiam na alegria dos olhos de todos os concorrentes e assim dessa forma calorosa foi passando a tarde. Um bacalhau esteve pendurado e num jogo de medidas em altura, acabou por ganhar o cão Billy que começa a ter muita sorte nestas andanças. O bacalhau acabou por ser oferecido e mais tarde leiloado tendo a Graça Fernandes adquirido e voltado a oferecer, até que apareceu o Sr. Albino Pais que o adquiriu e levou para casa, depois de comer um caldo verde.

No final, um lanche partilhado em que os assadores Carlos Duarte e Zé Madeira estiveram à altura. Quando me vim embora, ainda por lá estava muita gente e por certo continuaram a diversão por mais umas boas horas.

De notar, a falta de adesão do povo a estas manifestações de cariz popular, ou por não terem entendido a mensagem do cartaz ou por mais uma vez se colocarem de fora das circunstâncias.

Eu gostei e foi muito bom. Houve uma altura em que a barriga começou a dar horas e um lanchinho mais cedo tinha feito bem, mas é assim a vida. Quero deixar os parabéns à organização, que no fim acabou por entregar umas lembranças a todos os participantes, ao Tónio do Beco sempre pronto com o sistema de som para abrilhantar as festas.

Ficou uma ideia de tudo isto…é preciso não deixar morrer estas tradições e é muito bom que elas sejam lembradas, por quem a elas está ligado de forma tão forte, como é o caso do Rancho de S. Pedro de Alva.

Para a próxima quinta-feira (amanhã dia 17 de Maio), teremos o Dia das Merendas que também tem a ver com o nascimento virtual deste Blog, onde iremos partilhar os lanches como se fazia antigamente, no Parque de Merendas das Ermidas.

É preciso continuar e não deixar morrer o que ainda continua a ser a alma de um povo. 
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por António Catela.

Da minha parte (Jorge), obrigado pela contribuição! Há cerca de 100 fotos deste dia na página do FaceBook do Rancho. Foi de lá que eu retirei estas...

Voltarei amanhã! É obrigatório!
JC

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Sabem o que é isto?


Meus amigos,

A resposta que muitos devem estar a pensar é: “deve ser parvo??! É uma pinha!”. Pois, mas hoje não é só uma pinha como é uma espécie em extinção!

É isso mesmo, uma espécie em extinção! E porquê? Várias razões mas principalmente há duas que têm grande peso: cada vez se plantam menos matas de pinheiros e as existentes, o nemátodo está a dar cabo delas.

A primeira razão é uma velha questão pois estas árvores médias, alcançando entre 20 a 35 metro, demoram cerca de 20 a 25 anos a atingirem o estado de adultas. Comparado com o eucalipto, que hoje em dia demora uns 6-8 anos a estar pronto para o corte, a diferença é abismal…

Antigamente, o pinheiro era uma árvore amiga do povo… Hoje parece que caiu no esquecimento de muitos. Eu explico o que quero dizer (esta semana estou com uma veia didáctica!!).

Eu ainda me lembro dos resineiros! Esta era uma ocupação que complementava a agricultura de subsistência. Por aqui e por ali, nos nossos pinhais, lá andavam os resineiros, de lata ás costas, o ferro e a espátula na mão. Era muito comum ver pinhais com os “cacos” a apanhar a resina que escorria dos pinheiros. As verbas conseguidas não eram altas, mas representavam um importante acrescento ao orçamento familiar.  Ahhhhhh.. e outra coisa: com o palmilhar dos resineiros, o mato não crescia como cresceu nos últimos anos!


A madeira de pinho também era preciosa para ir à serração fazer umas tábuas e barrotes, fossem eles para estruturas de telhados, para um barracão ou para montar uns andaimes. Lá aparecia um ou outro seco que era aproveitado para lenha. As pinhas, eram e são óptimas acendalhas.

Tudo isto pode acabar num futuro muito próximo pois as plantações, como disse cada vez são mais raras e as existentes estão a ser dominadas pelo nemátodo. Grandes manchas de pinheiros secos são visíveis na nossa zona…

E pronto, vem aí um fim-de-semana! E já falei dos resineiros!
A ideia deste post, foi do Zé!
A foto do resineiro foi tirada deste site 

Um abraço,
JC

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A feira… de S. Pedro d’Alva


Meus amigos,


Já há uns tempos andava para escrever sobre a feira mensal de S. Pedro d’Alva. Não é sobre a nossa aldeia mas é um evento que nos abrange a todos e quanto mais recuarmos no tempo, maior importância ele assume.

A feira mensal que ocorre em S. Pedro d’Alva, ao sábado, entre os dias 22 e 28 de cada mês, não só é um local de transacções económicas, ou seja, de compra e venda, assim como se torna num local de convívio e de alguma actividade paralela. Eu já explico isto.

Lembro-me da Feira ser realizada ainda no centro de S. Pedro d’Alva, tendo o Largo em frente à Caixa Agrícola e no Largo em junto dos Correios a maior  concentração de feirantes, a parte de “comes-e-bebes” ficava ali onde hoje é o jardim com as casas de banho públicas, estendia-se cá para cima até junto da igreja e lá por baixo até à Fundação.

Era uma aventura nestes dias atravessar a feira de carro, pois, por exemplo quem queria ir para Hombres não havia alternativas, ou mesmo só até ao fundo do povo.

Era um local mítico, que talvez ainda traga saudades a muitos.
Depois, a feira passou a ser no local onde ainda hoje é realizada, à entrada da povoação, junto ao cemitério.

Mas falemos um pouco da importância da Feira. O mercado da Distribuição Moderna, chega a estas localidades muito mais tarde. Hoje com as vias existentes, facilmente se chega aos grandes centros onde a oferta é mais que muita.  Todas as localidades têm cafés, mini-mercados (a venda…!), mas a feira era sempre a feira.. para comprar um pouco de bacalhau, para ir buscar umas couves, cebolo ou alfaces para plantar, alguma árvore de fruto, pitos,  os talhos ambulantes, ferramentas, móveis e a roupa. Quem dos mais antigos nunca foi à feira comprar um fato ou pelo menos um casaco “de qualidade”? Perguntem aos pais e avós onde foi comprado aquele casaco de pele que eles vestem há anos… Regatear o preço na feira também é permitido!

Numa época em que as povoações viviam muito da agricultura, a feira assumia um papel importante pois também era o local onde podiam realizar algum fundo de maneio para as despesas daquilo que a terra não dava, como alguma massa, arroz, café e o açúcar… Aproveitava-se para vender os queijos frescos (ou secos) que se faziam em casa, vender uns ovos, etc… Era assim que se vivia em tempos que já lá vão mas bem presentes na memória de muitos. Acho (e aqui posso estar enganado) que logo de manhã também se realizava a feira dos bois. Ou seja, a oportunidade de se vender / trocar os animais que faziam parte fundamental de uma casa que trabalhasse na agricultura. Só um pequeno comentário, tenho pena e não sei se haverá alguém que tenha uma fotografia da última junta de bois que existiu em S. Paio. Se não estou em erro, deverá ter sido do Zé Neves. Do que eu me lembro ainda bem, eram as juntas do Zé Neves, Zé Manel, Zé Bandeira, Quim Neves e do Luis das Ermidas… não me recordo assim de mais ninguém … posso estar errado. Estou a falar de década de final de 80, princípio de anos 90.

Voltando à feira, quando eu falei de convívio e negócios paralelos, era também por esta ocasião que se ia à feira para se ver o senhor X ou Y e tentar fazer alguns negócios, fossem eles de venda de terras, madeira, encomendar um serviço de tractor, etc… Os telemóveis não existiam e fazer negócios há uns anos era na presença da pessoa e selado com um aperto de mão…  


As feiras constituíram-se num espaço de encontro de produtores, consumidores e distribuidores, ao mesmo tempo em que procuravam superar as dificuldades de comunicação.

Muitos que iam à feira prolongavam a sua passagem por lá e aproveitavam para comer um frango de churrasco em algumas das tendas que eram autênticos restaurantes.

Por tudo isto, a feira assumiu sempre um papel fundamental e a sua importância económica é inquestionável.

A próxima é dia 26 de Maio…!

Vamos passar por lá…!

Um abraço,
JC

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Tarde de Jogos Tradicionais - Ermidas dia 13

Meus amigos,

No próximo Domingo, dia 13, vamos ter uma tarde de convívio nas Ermidas, organizado pelo Rancho de São Pedro d'Alva...

Como é perto e bom caminho, as previsões apontam também para o bom tempo, dê uma saltada até lá e atreva-se a participar numa das várias actividades... 

Um abraço,
JC

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Recordar é viver…


… ou nem sei se será assim uma recordação que está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia!

Meus amigos,

Hoje venho falar do Petromax! Esse candeeiro de incandescência que muita vez iluminou os nossos serões no Val-das-Casas! Não esquecer que a luz eléctrica só foi instalada no nosso Casal em 1983 (se não estou enganado!).

Lá por casa há um Petromax que ficou dos tempos dos meus avós! Este candeeiro é um sistema que consta de um depósito, onde está uma bomba de pressão, saindo um tubo que tem na extremidade um vaporizador onde se fixa a chamada camisa (que fica assim com uma forma de lâmpada). Toda esta estrutura aérea é protegida por um cilindro de vidro e o topo tem a chamada chaminé por onde saem os gases… aaaaaaah, pois! Isto funciona a petróleo!

Como é que isto tudo se coloca a funcionar? Simples.. por vezes! Então, na base do tubo que existe que vai do depósito para a camisa, existe uma pequena ”banheira” que se enche de álcool. Acende-se esse álcool e o que vai acontecer é que o tubo vai ser aquecido para que quando se bombear o petróleo, ajudar a sua vaporização, que entra na parte superior do Petromax por um orifício muito pequeno que tem uma agulha que controla o fluxo dessa vaporização. Se a camisa for nova, também tem de ser queimada nesta fase. Complicado…? Um pouco sem se estar a ver o que estou a dizer…

Depois do tubo aquecido, começasse a bombear o petróleo e com ajuda do botão que controla a agulha, a camisa começa a ficar incandescente! Consoante a intensidade de luz que se queira, “dá-se” mais pressão ou menos…

Lá em casa foi preciso primeiro ir limpar o petromax, comprar camisas novas e então fez-se um ensaio. O Petromax ainda veio a Lisboa para uma verificação por parte do Representante deste tipo de candeeiro situado na Baixa da Cidade.

Tenho muitas e boas recordações de noites em que os meus avós acendiam o Petromax, fosse em jantares de família quer em noites de descamisada!

Hoje em dia, as vendas deste tipo de equipamento dispararam nos grandes centros urbanos. Ainda há pouco tempo saiu uma reportagem num jornal sobre esse facto. A electricidade está cara e as pessoas procuram alternativas…

Volto para a semana!
Um abraço,
JC

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A chuva voltou há 20 dias.. e eu 20 dias depois!


Meus amigos,
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Hoje, 20 dias depois da última escrita por estas bandas, volto ao blog para vos dizer que nada mudou ou, felizmente, nada se passa comigo.
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Hoje em dia, as empresas são mais ou menos todas iguais… Ganham, perdem, mais lucro, menos lucro, mas em tempo de crise e com a concorrência feroz temos de inovar e marcar a posição pela diferença. Para tudo se faz um projecto, para tudo se colocam limites de tempo. E basicamente foi isto que aconteceu: um projecto com um objectivo curto de tempo que terminou com sucesso na passada semana. Passar um dia inteiro a teclar, a olhar para um ecrã, o computador farto da nossa cara e confesso que há noite precisava de descansar os olhos. Mas estou de regresso…

Por S. Paio penso que está tudo bem, pois ainda não voltei lá desde da Páscoa! A chuva, essa bênção finalmente resolveu aparecer e tudo volta um pouco à normalidade agrícola! Talvez algumas plantas se sintam confusas… pensavam que já era tempo de florir mas afinal ainda não! 

Só para terem uma ideia, vejam a diferença nas fotos do mesmo campo com 20 dias de diferença! Ou seja, sem chuva e com chuva!

O que virá a seguir? Talvez uma curiosidade ou um recordar é viver….!

Abraço e até amanhã! Sexta também é dia de levarem comigo!
JC

Maio - Mês do Coração


Meus amigos,
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amanhã realiza-se uma acção de sensibilização ministrada pelos Bombeiros Voluntários de Penacova e durante o mês de Maio haverá outras acções sobre alguns cuidados e situações que podem ocorrer com cada um de nós ou com alguém chegado, no que diz respeito a doenças de coração! Males de amor estão excluídos destas formações... 

Saber não ocupa lugar e numa situação de emergência, onde a distância a que se encontram os profissionais pode ser fatal, nunca se sabe quando um pequeno gesto pode salvar uma vida...

Abraço e até já! Eu ainda estou vivo.. e não, não estou chateado ou zangado! São palavras que não fazem parte do meu dicionário.
JC

quinta-feira, 12 de abril de 2012

O Compasso Pascal... digo, a visita Pascal!


Meus amigos,

Segundo o que diz a Wikipédia, o "Compasso Pascal é uma tradição cristã que consiste na visita casa a casa de uma paróquia (daqueles que a queiram receber) do Crucifixo de Cristo no dia de Páscoa para celebrar a sua Ressurreição.

Um pequeno grupo de paroquianos, com ou sem o seu pároco, liderados por um crucifixo que representa a presença de Jesus vivo, percorre várias casas de outros paroquianos que manifestem a sua vontade de receber a visita de Jesus Ressuscitado no dia de Páscoa. Em cada uma das casas, após uma bênção inicial, os habitantes da casa visitada beijam a cruz de Cristo como demonstração de adoração.

A esta tradição associaram-se diferentes formas de receber essa visita. Ela é vista como uma forma de confraternização dos membros da comunidade paroquial com a oferta de alimentos da quadra ou apenas uns minutos de repouso para o grupo itinerante. É também comum ser aproveitada para oferta de donativos pecuniários à paróquia (para pagamento de eventuais direitos paroquiais)".

Isto é o que diz a Wikipédia e eu não consigo descrever melhor… Mas posso contar como é receber a Cruz em casa…

Tradição antiga que desde sempre me lembro, já assisti com o pároco (o Pde. Samelo) e sem ele (o mais comum). A minha casa, sempre das primeiras a serem visitadas, hoje em dia passou a ser mesmo a primeira. Espero que um dia volte a ser a segunda pois era sinal que tinha voltado vida à Gândara de Cima.

Prepara-se a entrada da casa, com um pouco de junco, alecrim ou flores no chão, quando o tempo permite e como é um dia festivo há quem coloque as colchas nas janelas para embelezar as casas. Não é dia de procissão mas fica bem… A mesa é posta, sempre com um pouco de alecrim, a cruz e a laranja. A tradição ainda é o que era…

Este ano, às 9 horas lá apareceu o Zé Madeira com a cruz acompanhado da sua esposa Arminda, a São, a Ilda e da “pequena” Ana Carolina. Foram eles que ao longo do dia percorreram as casas de S. Paio e Estrela d’Alva. Muito bem e muito obrigado pela vossa disponibilidade, pois é um dia que estas pessoas ficam privadas de conviver com os seus familiares.

Desta vez, prometi e cumpri!

Um abraço,
JC

quarta-feira, 11 de abril de 2012

"Internetes"...

Meus amigos,
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Antes de vos mostrar algumas fotos da visita Pascal do domingo passado, venho-vos falar e talvez para alguns esclarecer o que é que a Daniela Guerra andou a fazer durante o passado fim-de-semana.
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A Daniela tomou a iniciativa de fazer uma petição / abaixo-assinado e assim, foi de porta em porta recolher assinaturas…. Para quê?
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Fácil e uma excelente iniciativa da Daniela: quem solicita um serviço de internet de ADSL, a velocidade de download e upload, ou seja, a velocidade a que se trabalha e se abrem páginas, descarregam músicas, etc., é muito baixo. Contrata-se um nível de serviço e a velocidade é cerca de 1/4 do que é anunciado. Ou seja, a foto ilustra bem a realidade do ADSL em S. Paio... vem ás costas!
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Isto acontece porquê? Porque as nossas linhas telefónicas não estão preparadas para suportar mais velocidade. Hoje em dia, com uma simples pen de ligação de um operador móvel consegue-se atingir mais velocidade do que por serviço fixo ADSL.
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A localidade mais perto a beneficiar de uma rede preparada para a utilização do serviço em pleno é S. Pedro d’Alva pois beneficia da estrutura (“armário”) montando pela Portugal Telecom (PT) no Silveirinho. Nós em S. Paio, já não conseguimos beneficiar da mesma maneira… Melhor, não beneficiamos coisa nenhuma!
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A quantidade de utilizadores domésticos, assim como as empresas instaladas no alto Concelho (e não são poucas), justifica que a PT efectue as alterações necessárias. Não só S. Paio fica a beneficiar mas também localidades na proximidade como Estrela d’Alva, Cruz de Soito, Lufreu…
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A Junta de Freguesia apoia totalmente esta iniciativa da jovem Daniela e juntamente com as assinaturas recolhidas irá elaborar um oficio a expor a situação à PT.
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Parabéns Daniela pela iniciativa e esperemos que se consiga atingir o objectivo!
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A recolha de assinaturas vai continuar durante a semana e no próximo fim-de-semana!
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Amanhã, fotos da visita Pascal!
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Um abraço,
JC

segunda-feira, 9 de abril de 2012

VI Torneio de Sueca - ACDSP


Meus amigos,

A Associação Cultural e Desportiva de S. Paio vai realizar pela 6ª vez o mítico Torneio de Sueca. Esperemos que o número de equipas inscritas venha a aumentar o que comprova o sucesso desta actividade.

À semelhança dos outros anos, a Associação promete proporcionar aos participantes uma competição saudável, com muita diversão e convívio à mistura.

Mais importante do que ganhar… É participar!

Mais logo volto com mais novidades e a explicação do que a Daniela Guerra andou a fazer durante este fim de semana… Para amanhã fica a visita Pascal!

Um abraço,
JC